Significados

CRIATURAS MISTICAS

Grande número de criaturas mágicas e místicas teve origem no oriente, na região Mesotopâmia. Inúmeras iconografias, como a  fênix, surgsurgiram em muitas regiões do mundo, tornando muito difícil estabelecer seu real “nascimento”. Estes animais míticos que são meio animais, meio humanos, representam tanto os instintos animais como o intelecto humano. Os monstros que são em parte pássaros, em parte criaturas da terra ou do mar, assumem as associações simbólicas de ambos, representando os quatro elementos que compõem a terra.

CENTAURO

Ser mitológico com torso e a cabeça de um homem sobre o corpo de um cavalo. O centauro combina a natureza instintiva do animal com a razão e a virtude do homem. Na mitologia grega, Quíron, um respeitado mestre, era um centauro. O centauro é também um símbolo cristão do homem dividido entre o bem e o mal.

DRAGÃO ALADO

Dragão anglo-saxónico, normalmente encontrado em escudos.

DRAGÃO BASILÍSCO

Normalmente representado como uma espécie de serpente, o basilisco pode ter as pernas e as asas de um dragão. Na Europa medieval, acreditava-se que seu bafo e olhar eram fatais. É um símbolo da morte.

DRAGÃO CHINÊS

Símbolo do Imperador, da energia masculina e da fertilidade. O dragão chinês é um animal benigno e a quinta criatura da zodíaco chinês. Guarda o Oriente e representa o nascer do sol, a Primavera e as chuvas (a chuva torrencial é chamada de “chuva do dragão”). Há quatro tipos de dragões na mitologia chinesa – dragões do ar, da terra, da água e do espírito. As danças e as corridas de barco do dragão são muito populares na China.

DRAGÃO VIKING

Na mitologia Nórdica, o Nidhogg devorava cadáveres e roia incessantemente as raízes do freixo Yggdrasil, a árvore da vida. Nidhogg simboliava o mal.

ESFINGE

Símbolo muito popular,  de origem egípcia e babiolônica. A esfinge tem normalmente o corpo de um leão e uma cabeça humana. A esfinge grega era um monstro feminino que devorava quem por ela passasse e não soubesse decifrar o seu enigma. Em diferentes culturas, ela simboliza o governante, a sabedoria e o enigmático.

GARUDA

Montada de Vixnu, Garuda é normalmente representado meio-homem, meio-águia. Muitas culturas o veneram como o pássaro da vida. As vezes é representado combatendo os seus grandes inimigos, as serpentes.

FÊNIX

A fênix, por vezes conhecida como pássaro de fogo, deixa-se consumir pelo fogo a cada cem anos, para mais tarde renascer das cinas. É um símbolo universal da morte pelo fogo, ressurreição, imortalidade e também do sol. Na China, representa a imperadora e, com o dragão, significa a amizade indestrutível. No México, a fênix acompanhava o grande deus Quetzalcoatl, e, para os primeiros Cristãos, simboliava o Cristo.

GRIFO

O grifo era um guardião com a cabeça, as asas e as presas de uma águia e o corpo de um leão. Segundo a lenda, era maior que oito leões e mais forte que cem águias. O grifo é um símbolo de vigilância, vingança e sabedoria.

HARPIA

Na mitologia grega, a harpia simboliava os aspectos mais negativos e destrutivos da fêmea. As harpias tinham a cabeça e o peito de uma mulher e as asas e as pernas de um abutre.

HIPOCAMPO

Segundo a mitologia grega, o hipocampo é a montada de Poseídon, puxando o carro do Deus através dos oceanos. Tem o corpo de um peixe e as perna dianteiras de um cavalo, simbolizando assim o mar e a terra.

HIDRA

A hidra é uma serpente com nove cabeças, por vezes representada com um corpo semelhante ao do cão. Simboliza os muitos obstáculos no caminho da virtude.

MARAKA

Na Índia, esta criatura marinha é a montaria do Deus do mar Varuna e também de Ganga, deusa do rio Gangues. É parte peixe, parte crocodilo ou elefante, e simboliza as águas da criação. A Makara também simboliza a dualidade bem/mal.

KY-LIN

Este animal fabuloso da China tem geralmente a cabeça de um dragão, a juba de um leão, o corpo de um veado e a cauda de um touro. Diz-se que aparece durante os reinados dos monarcas virtuosos e também para anunciar o nascimento de pessoas ilustres. O Ky-Lin acompanha frequentemente sábios e imortais chineses. É manso e simbolia a amabilidade e a boa vontade, bem como a fertilidade.

KINNARA

Meio-humana e meio-ave ou meio-cavalo, esta criatura  pertence ao coro celestial que rodeia as principais divindades das crenças indianas. É um símbolo auspicioso, por vezes visível nas portas dos templos.

MINOTAURO

Metade superior de um touro e metade inferior humano, vivia no famoso labirinto de Creta. Todos os anos devorava sete virgens e sete rapazes, sorteados para tentarem apaziguar o monstro.

PÉGASO

O grande corcel alado do herói grego Belerofonte nasceu do sangue de Medusa e transportou o raio de Zeus. Pégaso simboliza a velocidade e as tempestades. Um cavalo idêntico existia nas lendas medievais – o hipogrifo, símbolo do poder inato e da capacidade para transformar o mal no bem.

NAGA

Esta divindade está largamente representada na arte e nas lendas da Índia e do Sudoeste Asiático. Pode surgir com o torso humano e cabeças de serpente ou integralmente animal. Elas controlam as chuvas e mantêm um conflito constante com Garuda, o pássaro do sol. Tal conflito representa o equilíbrio real entre o sol e a chuva, ambos essenciais para a fertilidade do solo.

SEREIAS

Ulisses é avisado de que deve ter cuidado com as sereias, cuja vozes têm o poder de seduzir os homens e levá-los a morte. Ordena aos tripulantes que o prendam ao mastro do navio e que tapem os ouvidos com cera, a fim de que sé ele possa ouvir a canção das sereias sem correr riscos.

SÃO JORGE E O DRAGÃO

Os Cristãos relacionaram o dragão à serpente, a tentadora de Eva no Jardim do Éden. O dragão também era o mal, uma encarnação dos aspectos mais vis da natureza humana. Matando o dragão, o vencedor supera a heresia e o mal e também os seus próprios desejos primitivos. São Jorge é o patrono da Inglaterra e de todos os soldados.

UNICÓRNIO

O unicórnio é puro e incorruptível. Na china, representa a afabilidade, boa votade, sabedoria e longevidade; no Cristianismo, representa Cristo. Segundo a tradição medieval, o corno do unicórnio era um poderoso antídoto contra os venenos, mas o animal era tão selvagem que nenhum caçador conseguia caça-lo.

TRITÃO

Meio homem, meio peixe, Tritão era filho de Neptuno e terá sido um Deus dos marinheiros.

SLEIPNIR

O mais rápido de todos os cavalos. Sleipnir era o cavalo de oito pernas de Odin, o deus-mago teutônico da guerra. Sleipnir vencia todos os obstáculos e galopava tanto em terras como no mar. Simbolizava o vento.

SIMURGH

Esta criatura fabulosa da Pérsia, uma mistura de pavão, leão e grifo. Também aparece nas mitologias russas e caucasiana. Tem poderes mágicos e curativos e simboliza a união dos céus e da terra.

SERPENTE DE DUAS CABEÇAS

A serpente de duas cabeças é uma imagem comum nas Américas e está associada à chuva vivificadora. Estava presente nos ritos de Tlaloc, Deus asteca das montanhas, da chuva e das nascentes, a quem eram sacrificadas crianças em tempo de seca.

BUDISMO

O Budismo é uma filosofia de vida baseada integralmente nos profundos ensinamentos do Buda para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do universo. Quando pregava, o Buda não pretendia converter as pessoas, mas iluminá-las. É uma religião de sabedoria, onde conhecimento e inteligência predominam. O Budismo trouxe paz interior, felicidade e harmonia a milhões de pessoas durante sua longa história de mais de 2.500 anos. O Budismo é uma religião prática, devotada a condicionar a mente inserida em seu cotidiano, de maneira a leva-la à paz, serenidade, alegria, sabedoria e liberdade perfeitas. Por ser uma maneira de viver que extrai os mais altos benefícios da vida, é freqüentemente chamado de “Budismo Humanista”.

 

BODHISATTVA

Segundo uma linha do budismo, os Bodhisattvas são seres iluminados que adiam o Nirvana para ajudarem os outros a chegar à iluminação.  O mais profundo ato de compaixão, surge aqui com onze cabeças e um milhar de braços. Cada mão segura um objeto que simboliza um atributo Buda.

BUDA MUCHALINDA

Quando o Buda se encontrava em profunda meditação, houve uma violenta tempestade e chuva torrencial. A grande serpente Muchalinda ergueu o Venerável enrolando-o nas suas muitas voltas e protegeu-o da huva com os seus muitos capuzes.

BUDA RISONHO

Mi-Lo-Fo é uma forma de Maitreya, o futuro Buda. O nome significa o “Buda afável que se ri do destino”, e a sua obesidade contém a sabedoria do universo.

BUDA RECLINADO

Após uma vida dedicada ao ensinamento, o Buda morreu e entrou no Nirvana para nunca mais renascer. Isto é usualmente simbolizado pela ásana Parinirvana, em que o Buda se reclina sobre o seu lado direito.

CHORTEN

Sacrário em miniatura, esta caixa de prata tibetana com símbolos místicos é usada para manter afastados os mau espíritos. Contém uma tábua feita com as cinzas de um Lama.

PEGADA

A Pegada do Buda é marcada por inúmeros signos. Entre eles, cotam-se a suástica; a maça, símbolo da força que vence a sensualidade; os peixes, que simbolizam a liberdade de todos os grilhões; o vaso de flores, que representa a suprema inteligencia; o búzio, ou a voz do Buda; a roda da lei ou da vida, e a coroa de Brahma, a supremacia do Buda.

RODA DA ORAÇÃO

Os mantras, ou versos sagrados, estão inscritos nas rodas de oração. Cada rotação do cilindro representa uma recitação do mantra. Algumas rodas maiores são movidas por moinhos.

RODA DA LEI

Com o seu primeiro sermão, o Buda pôs em movimento a roda do dharma, ou lei. A roda representa portanto os ensinamentos do Buda e os oito raios simbolizam o Caminho das Oitos Vias que conduz à iluminação.

CRISTIANISMO

O Cristianismo encontra suas raízes na fé judaica. O Velho Testamento da Bíblia contém profecias quanto ao surgimento de um Messias (salvador). Os Cristãos crêem que estas profecias foram cumpridas com Jesus, o Filho de Deus. Os seus ensinamentos, registrados nos evangelhos do Novo Testamento, acentuam o amor fraterno e a compaixão e relevam grande riqueza ao nível da significação simbólica. Desde o seu nascimento, há dois mil anos, que a igreja cristã se dividiu em muitos ramos, mas todos os Cristãos estão unidos na crença central de que Cristo morreu para redimir os pecados do mundo e de sua ressurreição ofereceu a salvação.

 

BEIJA FLOR

É uma ave símbolo do Santo Daime, assim como para os índios Kampa o pássaro japiim está associado ao “camampi” (ayahuasca). O beija-flor também representa a cura produzida pelo Santo Daime, e muitos daimistas vêem essa ave como um sinal da presença espiritual do Padrinho Sebastião, o mentor da vertente contemporânea da doutrina da floresta.

BÍBLIA

A Bíblia é constituída pelo Velho e o Novo Testamentos; este último aborda a vida e os ensinamentos de Jesus e seus apóstolos. Para alguns, a Bíblia é a palavra direta de Deus.

COROA DE ESPINHOS

A coroa de espinhos que Cristo foi obrigado a usar é um símbolo de sua crucificação.

CORDEIRO SAGRADO

O cordeiro sacrificial é um símbolo de Cristo. João Baptista descreveu-o como “o cordeiro de Deus que afasta os pecados do mundo”. O cordeiro representa a salvação dos fieis.

CRUZ ÂNCORA

Simboliza esperança dos cristãos em Cristo. Esta cruz também foi emblema de São Clemente, Bispo de Roma, que de acordo com a tradição foi amarado numa âncora e lançado ao mar pelo imperador Trajano. Símbolo da esperança dos cristãos em Cristo.

CRUZ DE SÃO PEDRO

Cruz Latina invertida sobre o eixo horizontal (de cabeça para baixo). Tem sua origem na crença de que São Pedro teria sido crucificado de cabeça para baixo. Nos dias de hoje está associada a grupos Anti-Cristo ou Satânicos.

CRUZ DE CONSTANTINO

A Cruz de Constantino é o monograma e consiste na utilização das duas primeiras letras da palavra Cristo em grego e sobrepostas a si. A letra X ( khi ) e a P ( rho ) , como uma abreviatura de XP(ISTOS). Foi utilizado pelos romanos depois da vitória de Constantino Primeiro, o Grande na batalha da Ponte Milvio no ano 312. Posteriormente foi acrescentada a letra S na época românica, em representação ao Espírito Santo, tudo isto em um círculo fechado.

CRUZ RUSSA

Utilizada pela Igreja Ortodoxa Russa, trata-se de uma variação da Cruz de Lorena. A primeira barra representa o apoio da cabeça. As letras IC XC distribuídas pela barra principal são um monograma de Cristo.

CRUZEIRO

Também chamado de Cruz de Caravaca, é um dos principais símbolos do Santo Daime. Esta cruz de dois braços pode significar tanto a segunda volta de Jesus Cristo como o trabalho de cada discípulo (o braço menor) sobreposto à cruz do mestre (o braço maior).

ESTRELA DE SALOMÃO

Estrela de seis pontas, surgida do cruzamento dos triângulos do fogo (com a ponta para cima) e da águia (com a ponta para baixo), é um símbolo muito utilizado. É dele que se origina o formato hexagonal da planta das igrejas, em cujo centro encontra-se uma mesa de madeira com seis pontas, representando a Estrela de Salomão, que representa o Rei da Ciência.

LUA

A Dama da Noite, que rege os círculos vitais terrenos e é a Grande Mãe Universal, no Santo Daime é representada pela Nossa Senhora da Conceição, também conhecida como Rainha da Floresta. Mãe Soberana e protetora, a Virgem da Conceição é a patrona da doutrina, comandando toda a sua legião de “soldados da luz”. A Virgem Soberana Mãe entregou ao Mestre Irineu a missão de levar a doutrina do Santo Daime a todos que sentirem no coração esta Verdade Divina.

MARAKÁ

Instrumento de poder do xamã ou pajé, o markcá é muito útil no acompanhamento musical dos hinos, além de estabelecer a freqüência favorável (mântrica) ao estado de consciência produzida pelo chá sagrado. No Daime ele é construído com uma lata pequena, bolinhas de metal e um cabo de madeira. Numa interpretação mágica, o maracá simboliza o mundo interior e misterioso do xamã.

PÃO

O pão simbiliza o corpo de Cristo. Na comunhão, toma a forma de uma hóstia.

PEIXE

O peixe é um símbolo de Cristo. Em Grego, as primeiras letras da palavra Jesus Cristo, filho de Deus, Salvador, são Ikhthus, ou peixe. Três peixes juntos representam a Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

POMBA

João Baptista viu o Espírito Santo penetrar em Jesus sob a forma de uma pomba.

SOL

A reverência ao seu Espírito criador alimentou ritos de adoração ao Sol em vários povos, sendo que no continente americano destacam-se os incas e os astecas. A luz solar é ampla e constante revela-nos com clareza a realidade externa, limpa-nos das impurezas. Também reflete o nosso próprio sol interior, indica o renascimento a que todos nós deveremos passar para ganhar a consciência da nossa verdadeira identidade espiritual.

ROSÁRIO

O rosário é ao mesmo tempo a repetição da oração e o fio de contas usado para contar cada encantação. O seu nome deriva de rosa, símbolo de Maria.

VINHO

O vinho bebido na comunhão é o sangue de Cristo, derramado pela humanidade.

VIRGEM MARIA

Nas igrejas oriental e católica romana, Maria, a mãe de Jesus, tem o seu próprio culto. Intercede entre os homens e Deus e é chamada amiúde a Mãe de Deus. O culto de Maria é similar a alguns cultos de deusas mães e resulta da necessidade de uma figura maternal.

 

EGÍPCIOS

Os deuses egípcios resultam da fusão de duas culturas anteriores, uma com deuses de formas humanas e outra com deuses de formas animais. Gradulmente, desenvolveu-se uma religião notável, centrada no culto dos mortos.

 

AMON-RÁ

O deus Amon pode ser representado de várias formas: como um animal, como um homem, ou como um homem com cabeça de animal. O deus criador Amon fundiu-se com Rá, o deus do sol, dando origem a Amon-Rá. Era o criador dos homens. Nem os outros deuses conseguiram entender sua misteriosa natureza.

ANÚBIS

Originalmente deus dos mortos, com a cabeça de chacal, Anúbis foi suplantado por Osíris. Era o protetor dos mortos e  podemos encontrar nos túmulos muitas imagens suas. Conhecido também como deus do embalsamamento, era guardião das necrópoles, das tumbas e presidia às mumificações.

NUT

Nut era a deusa do céu da mitologia egípcia. Surge muitas vezes tocando a terra com os dedos dos pés e das mãos e o corpo num arco, representado o arco do céu. As estrelas no seu corpo representa a Via Láctea. Por vezes, surge rodeada de signos astrológicos. Significa o céu que acolhe os mortos no seu império.

ÍSIS

Deusa mãe, ísis era rainha e irmã de Osíris. Sugerindo originalmente, que Ísis fosse a personificação do trono dos faraós, sua coroa tem o formato de um trono. A deusa Ísis foi cultuada e adorada em inúmeros lugares como, no Egito, no Império Romano, na Grécia e na Alemanha.

OSÍRIS

Originalmente um poderoso deus da fertilidade, Osíris foi afogado no rio Nilo. O seu corpo foi desmembrado e disperso pelo vale do Nilo, garantindo assim o crescimento das plantas, que brotavam da sua carne. Foi mais tarde devolvido à vida e tornou-se um símbolo da ressurreição, bem como deus do mundo dos mortos. É representado frequentemente como uma múmia.

THOT

Thot faz a contagem dos anos, que ajuda os mortos e que protege Osíris, e por isto é considerado o deus da lua e do tempo e senhor do mundo do além. Thot é representado como um homem com cabeça de íbis ou como um babuíno, estes dois aimais lhe eram consagrados. Toth servia de secretário na assembléia dos deuses e por isto a invenção da escrita foi atribuída a ele.

ESPÍRITOS DOS ANTEPASSADOS E DA NATUREZA

Em todas as regiões do mundo e em diversas época, houve a crença de que tudo na natureza possui uma alma ou um espírito. Os espíritos das árvores, montanhas, plantas, rios e rochas estão sempre presentes e são venerados, a fim de que o homem e a natureza possam coexisitr em harmonia. Os espíritos dos antepassados tambem são fundamentais nas crenças de muitos povos. Quando alguém morre, junta-se aos antepassados e vela pelos laços da comunidade com o passado. Alguns espíritos têm um caráter protetor e servem para defender uma comunidade ou um indivíduo em tempos de perigo. Podem surgir na proa de um barco, num escudo, numa lança, num capacete, e podem ter um aspeto temível, a fim de afugentarem o mal ou o inimígo na batalha.

 

CONFÚCIO

Viveu no século VI a.C., continua a ser para os Chineses o grande mestre que propôs uma doutrina baseada na lealdade e no respeito para com os pais, o clã e o estado. Defendendo a lealdade do clã, acentuou a importância dos antepassados e fortaleceu o seu culto, que já era popular na China.

DAIKOKU

Deus da abundância e da fertilidade. Daikoku concede boas colheitas e traz prosperidade.

MÁSCARAS AFRICANAS

Máscaras africanas representam espíritos sagrados invocados para efeitos rituais. Os poderes sagrados são simbolizados por traços estilizados

INARI

A raposa branca é o mensageiro e símbolo de Inari, o Deus japonês das colheitas e da abundância. A raposa tem o mesmo nome deste Deus, um Deus protetor muito popular durante séculos, capaz de assegurar prosperidade.

MÁSCARA DO ALASCA

A máscara do Alasca representa as essências de diversos seres. Durante os rituais de adivinhação o xamã usava-a para assumir o poder dos espíritos.

MÁSCARA DO ZAIRE

Máscaras com saias de ervas represetam os espíritos dos antepassados entre os Kuba do Zaire. Nos ritos de iniciação, os rapazes encontam-se simbolicamente com este antepassado pela primeira vez.

TORII

O Torii é a porta de um santuário Xintó. Alguns santuários podem ter mais do que um torii. As portas das barras horiontais erguem-se para os céus.

MONTE FUJI

A natureza imprevisível dos vulcões desencadeou sentimentos de medo e atos de veneração em muitos países. Os inúmeros vulcões do Japão figuram nas suas crenças religiosas e muitas vezes são construídos santuários nas encostas de vulcões. O monte Fuji é considerado a mais bela montanha do mundo. Combina o simbolismo do céu, da terra e do fogo e por isso inspira sentimentos de respeito e perigo, mas também de paz. Encarna o espírito do Japão e é um local de peregrinação.

TOTEM

O poste totêmico simboliza a relação entre uma tribo ou clã e o seus antepassados. Figuras de antepassados humanos e animais são esculpidas no poste e oferendas são feitas a essas figuras sagradas.

ULURU

Denominada Rocha de Ayers pelos colonizadores europeus, Uluru é sagrada para os Aborígenes australianos, que atribuem poderes especiais a tais lugares. Realizam rituais para obterem esses poderes e também para os renovarem.

GREGOS

No segundo milênio a.C., a religião egeia girava em torno do culto de uma deusa mãe. Mais tarde, o centro da civilização mudou-se para o continente e os Gregos passaram a adorar muitos deuses que lutavam, discutiam e amavam como se fossem humanos.

 

AFRODITE

Segundo a mitologia grega, esta Deusa nesceu do mar, emergindo de uma vieira. Sua imagem estimulou a imaginação de poetas e pintores de todos os tempos. Afrodite simboloza o amor e a beleza.

ATENA

Filha de Zeus, Atena era a Deusa da sabedoria e do conhecimento e da guerra. Representada muitas vezes com uma coruja, era a deusa patrona de Atenas e a sua coruja tornou-se o emblema desta cidade.

EROS

Conhecido pelos Romanos como Cupido, Eros é um símbolo do amor terreno. Filho de Vênus, andava sempre com um arco e flechas, com as quais trepassava os corações de suas vítimas, levando-as a apaixonar-se perdidamente.

POSEIDON

Irmão de Zeus e Deus do mar, Posidon (o Netuno romano) simbolizava o poder das águas. Empunhava um tridente, símbolo da criação, e podia proteger os viajantes marítimos.

ZEUS

Zeus era o rei dos deuses e o Deus dos céus. As suas famosas conquistas amorosas refletem a conquista pelos Gregos de muitas regiões remotas e a absorção dos seus cultos em torno de deusas mães. Zeus simbolizava a ordem racional da Civilização Helênica.

HINDUÍSMO

O hinduísmo é a principal religião da índia. Desenvolveu-se ao longo de milénios e contém um complexo conjunto de tradições, crenças religiosas, filosofia e mitologia. As raízes de hinduísmo podem ser encontradas nos Arianos, que chegaram à Índia com o seu panteão de deuses masculinos no segundo milénio a.C.. Os povos indígenas do vale de Indo tinham fortes crenças religiosas, centradas em cultos de fertilidade e numa Deusa Mãe. Os Arianos adotam muitas das suas crenças, incluindo a Deusa. Todos os deuses e deusas do hinduísmo, incluindo Brama (criador), Vixnu (preservador), Xiva (destruidor) e a Deusa são aspectos de Braman, o único princípio eterno.

 

APSARAS

Sensuais ninfas que podem ser encontradas nas paredes dos templos. Representam as nuvens carregadas de chuva e os nevoeiros. Estão associadas à fertilidade e ao crescimento.

BRAHMA

As quatro cabeças de Brahma, o criador, simbolizam os quatro pontos cardeais, os quatro Vedas, ou textos religiosos, e as quatro castas do hinduísmo. Brahma tornou-se menos importante que Vishbu, Shiva, e a Deusa.

DURGA

Durga é o lado feroz da Deusa mãe e empunha várias armas nas suas muitas mãos. Simboliza os aspectos mais ativos e destrutivos da natureza feminina.

GANESH

Ganesha supera todos os obstáculos e é o Deus das novas venturas. Tem a cabeça de um elefante e capaz de penetrar na mais densa selva. Segundo a lenda, Shiva decaptou por engano o Deus e só foi possível encontrar uma cabeça de elefante para substituir a cabeça degolada.

HANUMAN

Hamuman, o poderoso macaco general da epopéia Ramayana, representa a lealdade, a devoção religiosa e a coragem.

KRISHNA

Encarnação de Vishnu, Krishna personifica o amor divino. As suas aventuras são descritas no Bhagvar Purana.

LÓTUS

No Budismo e no Hinduísmo, uma flor de lótus ainda em botão representa as possibilidades infinitas. Quando está aberta, simboliza a criação do Universo. A flor de lótus de “mil pétalas” é a espiritualidade em seu mais alto grau de perfeição. Símbolo da elevação do espírito, da luz, da meditação, da pureza e da imortalidade.

PURANAS

Os “Puranas” fazem parte dos textos sagrados hindus. Transmitem o saber tradicional hindu sob a forma da poesia popular. As crenças populares do hinduísmo estão todas neste livro.

SUÁSTICA

Na índia, a suástica é um elemento auspicioso usado na joalheria ou inscrito em objetos como um símbolo de bem-estar. As suásticas com o sentido contrário ao dos ponteiros do relógio são por vezes consideradas inauspiciosas. O símbolo, que é anterior ao hinduísmo, esta associado ao sol e ao ciclo do nascimento e é um emblema de Vishnu.

SHIVA

Originalmente um deus da montanha, Shiva, que significa auspicioso, é o deus da destruição que precede a criação. Pode ser venerado como um linga, ou símbolo fálico, como um asceta, um professor, ou como um dançarino na grande dança da criação e destruição.

VISHNU

Originalmente relacionado com o sol, Vishnu é o preservador do universo e a encarnação do amor, verdade, ordem e compaixão. Para os seus adoradores, ele é o ser supremo, do qual tudo emana. Cavalga sobre Garuda, o pássaro fabuloso, ou descança sobre Ananta, a serpente cósmica. A fim de restaurar o equlíbrio cósmico, Vishnu encarnou na terra em nove avataras (encarações) algumas humanas, outras animais. A décima encarnação, o cavalo, ainda está para vir.

ISLÃO

O Islão é a fé de cerca de um quinto da população mundial. Fundamenta-se nas revelações do profeta Maomé, que viveu na Arábia (c. 570/632 d.C.). Estas revelações foram mais tarde registradas num livro, o Alcorão. Os seguidores do Islão são os Muçulmanos. Tal como os Judeus e os Cristãos, veneram um único deus, a que chamam Alá, e consideram a sua fé um ato de submissão à vontade de Alá. As ações dos devotos muçulmanos são ditadas pelos Cinco Pilares, que prevêem que o fiéis declarem a sua fé publicamente, orem cinco vezes ao dia, dêem esmolas, jejuem durante o mês do Ramadã e façam uma peregrinação a Meca.

 

MÃO DE DEUS

Conhecida como a Mão de Fátima (a filha de Maomé). Representa os Cinco Pilares do Islão.

BÚSSULA

Como precisam de se virar para Meca quando rezam, os Muçulmanos usam amiúde uma qiblah, ou bússola especial, para encontrarem essa direção.

KA’BAH

A Ka’bah, em Meca, é o santuário central do Islão, para onde os fiéis se devem virar quando rezam, seja qual for o local onde estejam. A Ka’bah funciona assim como um ponto de comunhão entre Deus e o homem. Desde que tenham condições para tal, os Muçulmanos devem ir em peregrinação a Meca pelo menos uma vez na vida. Simbolicamente, dão a volta ao santuário sete vezes: cada circuito significa um atributo de Deus.

ESTRELA E CRESCENTE

O crescente, que tem seu significado originalmente com a lua cheia, e esteve associado outrora à deusa Diana, foi adotado no século XIV como um símbolo do Islão. A estrela, um símbolo de soberania e divindade, foi acrescentada poteriormente.

ROSÁRIO

O rosário islâmico possui 99 contas, que representam 99 dos Nomes divinos. O centésimo, o Nome da Essência, só pode ser encontrado no Paraíso.

TAPETE DAS ORAÇÕES

Um muçulmano reza normalmente as suas orações (salat) sobre um tapete.

ROMANOS

Os Romanos absorveram elementos de todas as culturas com que entraram em contato. Adotaram os deuses dos Gregos e dos outros povos que conquistaram e tinham centernas de diferentes deuses, deusas, semideuses e espíritos que governavam particamente todos os aspectos da vida.

 

APOLO

Figura complexa e enigmática, que transmitia aos homens os segredos da vida e da morte, Apolo foi o Deus mais venerado no panteão grego depois de Zeus, o pai dos céus. Apolo e sua irmã gêmea Ártemis (Diana, para os romanos) eram filhos de Zeus e Leto.

BACO

Habitualmente representado como um belo jovem, Baco era o Deus do vinho e o seu culto incluía festas famosas pelas bebedeiras.

JUNO

Protetora do casamento, do parto e sobretudo da mulher. Juno, na mitologia romana, era a principal deusa e a contrapartida feminina de Júpiter, seu irmão e marido.

FLORA

Deusa da primavera, da vinha, da fruta, das flores e dos cereais, simbolizava a fertilidade. As festas em sua honra podiam ser muito turbulentas.

JÚPITER

Júpiter representa para os Romanos aquilo que Zeus representava para os Gregos.

MARTE

Filho de Júpiter e Juno, Marte era o muito respeitado deus da guerra. É representado normalmente com uma lança na mãoe um escudo na outra. O mês de Março deriva de seu nome.

MINERVA

Minerva veste muitas vezes armadura. Tal como seu equivalente grego (Atena), representa as artes, a sabedoria e o conhecimento.

MERCÚRIO

Mercúrio era o deus do comércio e surgiu tardiamente no panteão, numa altura em que o comercio florecia. Por vezes é comparado ao deus grego Hermes, mensageiro dos deuses.

 

TEMAS ORIENTAIS

Os temas orientais – sobretudo os japoneses e chineses – estão entre os mais procurados nos estúdios de tatuagem. As máscaras, os dragões, as belas gueixas e flores, os guerreiros samurais e as carpas são alguns dos principais representantes da arte e história oriental.

 

AYAKASHI

Máscara atribuída à um comandande militar morto com um sentimento de forte rancor. A mascara exprime o seu coração e sua dignidade.

CARPA

Lendas contam que o destino das carpas era chegar à fonte do Huang Ho, o Rio Amarelo. Este caminho é seguido na altura da desova, assim, as carpas precisam saltar vales repletos de cachoeiras, em direção à montanha Jishinhan. As carpas ou Koi, que conseguem subir a cascata de Longman Falls ou Portão do Dragão, transformam-se em dragões. Nas tatuagens é atribuído o significado de força para conquistar objetivos e superação de obstáculos. A carpa descendo o rio, quer dizer que foram alcançados os objetivos.

DRAGÃO LUNG

O dragão chinês Lung, ou dragão imperial, representa a masculinidade e foi também o ícone da Família Imperial Chinesa, sendo ainda hoje relacionado ao poder do imperador da China. A imagem de Lung é muitas vezes encontrada em construções e bandeiras. Segundo o povo chinês, o dragão é o governador de todo o Cosmo, e representante da longevidade e prosperidade.

CHIEN-TANG

O dragão Chien-Tang controla todos os outros dragões, seu sangue é vermelho, tem 900 metros de extensão e possui uma juba flamejante.

ESPECTRO NEKOMATA

O Espectro Nekomata é representado como um gato comum, mas conforme envelhece, o Espectro Nekomata adquire forças sobrenaturais. Estas novas forças lhe dão uma cauda espiritual que se divide em duas e um aspecto mais agressivo.

GRANDES QUEDAS

O destino das carpas é transformarem-se em dragões e a fase primária de transformação de uma carpa em dragão é chamada de Grandes Quedas ou Portões do Dragão. Após subirem as Grandes Quedas, nascesum chifre e espigões nas carpas; recebem fortes barbatanas e seu corpo é transformado em ouro. As corredeiras das Grandes Quedas são chamadas de Uzushio, que significa corredeira final.

FUTS-LUNG

O dragão Futs lung é o controlador que protege as pedras preciosas, metais e outros tesouros do planeta, ocultos em cavernas subterrâneas. Geralmente não inteferem na vida do homem.

HANNIA

A máscara Hannia é dotada de dentes ameaçadores, boca grande e chifres. A sua imagem expressa dor, ciúme e tristeza feminina. A Hannia representa a raiva de uma mulher. Acredita-se que a máscara Hannya tem o poder de afugentar os maus espíritos.

HIGOI

Higoi são as carpas vermelhas. Geralmente é ilustrada nadando no rio e representa mãe.

IREZUMI

São chamadas de Irezumi as grandes tatuagens tradicionais japonesas. Estas tatuagens muitas vezes cobrem boa parte do corpo.

HIRAGATA-HANNYA

A máscara Hiragata-Hannya tem um aspecto primitivo e pouco elaborado.

 

KAWAZU

 

No teatro Nô, trata-se do espírito de um senhor morto após ser condenado por um homicídio violento. Os olhos vagos, aspecto magro e cabelo ralo sobre a face, dão luz ao sofrimento e situação miserável de Kawazu.

 

MAGOI

Magoi são as carpas pretas. Geralmente a Magoi é estampada saltando o rio. Existem ainda as variações Tetsu Magoi, Asagi Magoi e Doro Magoi.

MUKADE

A Mukade é centopeia de natureza agressiva, possui cerca de 20 centímetros, dentes similares a ganchos e carrega glândulas com veneno em sua boca. Mukade é considerado um Deus da Guerra.

NISHIKIGOI

Nishikigoi é uma carpa colorida, muitas vezes considerada o Rei dos Peixes e o mais belo peixe de água doce. A Nishikigoi recompensa seu dono e sua família com sorte.

OURYU

Ouryu, ou Peixe Sagrado, é um dragão com asas de fogo, que após 500 anos de existência cria chifres e se nomeia Kakuryu. Ao atingir 2 mil anos, Kakuryu transforma-se em Ouryu.

ONRYO

Considerados espíritos e fantasmas, são muitas vezes representantes da vingança. Tais espíritos são considerados Deuses, pois acredita-se que após a morte a alma transforma-se em um Deus.

 

RYUNYO

Esta máscara tem o objetivo de retratar a vontade de uma mãe que ama seus filhos.

SAKURA

As Sakuras são as flores de cerejeiras. Os japoneses apreciam a muito a queda sutil da pequena pétala de cerejeira e relacionam a vida que floresce às flores que caem.

SAMURAIS

Os samurais foram soldados da aristocracia japonesa entre 1100 e 1867. As principais características dos samurais eram a disciplina, lealdade e habilidade com a espada, ou katana.

JINKI

O Jinki tem o formato de uma tartaruga com orelhas. Entre as bestas espirituais misteriosas esta o Jinki, acompanhado de Hou, Rin e Ryu. Entre os poderes do Jinki, considerados sobrenaturais, está a previsão do futuro. O Jinki ou tartaruga espiritual é um símbolo de perseverança e adorada como Mensageira de Deus.

 

TOUKOU

Cruzando as características de uma raposa e um cachorro, o Toukou, também chamada de Besta Sagrada, tem seu choro semelhante ao de um pássaro. O Toukou é dotado de uma grande cauda e dois chifres.

 

USAGI

Usagi são os coelhos, representam a feminilidade e possuem um alto nível esperitual.

TI-LUNG

Trata-se do dragão da terra e dos rios, é o controlador das águas do planeta. No outono o Ti-lung vive no mar e na primavera, habita os céus.

 

TIEN-LUNG

Dragão responsável pela proteção dos palácios dos deuses, considerado um dragão celestial.

 

SHEN-LUNG

Dragão criador do vento e da chuva, considerado um dragão espiritual celeste, mastro das tormentas.

TEBORI

Dá-se o nome de Tebori às tatuagens orientais feitas a mão, sem o uso de máqinas elétricas. Tal prática exige técnicas especiais dos tatuadores que usando a força das mão, pressiona as agulha sobre a pele de modo rápido e rítmico. A ferramenta usada consiste em um jogo de várias agulhas unidas à extremidade de um suporte feito de metal ou mais comumente madeira. Como o método Tebori toma mais tempo que as tatuagens modernas o processo tende a ser mais doloroso, mas ainda sim, suportável. A técnica iniciou-se durante o período Edo, quando os japoneses imprimiam gravuras sobre a madeira: a esta arte deram o nome de Tebori ou gravar com as mãos. No japão e outros países oridentais, ainda encontram-se muitos tatuadores especialistas em Tebori, entretanto, no ocidente não é muito comum encontrar um especialista nesta arte.

 

YAMANBA

Apesar de Yamanba siginificar bruxa e mater um semblante mau e agressivo, a máscara representa no teatro Nô, um duende benevolente, que habita as montanhas, tornando-se símbolo das montanhas ninfas.

 

YAKUZA

Um das máfias mais conhecidas no mundo, a organização criminosa japonesa Yakuza tem como uma das principais características as tattoos nos corpos de seus integrantes. As tatuagens eram feitas com o método Tebori e muitas vezes as imagens eram relacionadas ao teatro famoso teatro japonês Kabuki. As imagens das tatuagens, por vezes, apontavam ao clã da Yakuza que o integrante pertencia.

YASE-ONNA

Representa uma senhora ciumenta e rancorosa (da-se o nome de “Ry?-no-onna” às máscaras com tais características). Para representar a fragilidade das senhoras, a máscara tem o olhar vago e aspecto magro.

 

YASE-OTOKO

A máscara Yaseotoko retrata a face desesperadora de um homem que acumula sofrimentos diversos. A Yase-otoko apresenta a coloração da pele muito pálidade e assutadora, outra característica é o bigode e sobrancelhas bem finos.

GUEIXAS

Gueixa (“pessoa de artes”) são mulheres japonesas que estudam a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto. A palavra geiko é usada em Kyoto para descrever as gueixas. Gueixas eram muito comuns no século 18 e 19, e existem atualmente em menor número.

KAWAZU

No teatro Nô, trata-se do espírito de um senhor morto após ser condenado por um homicídio violento. Os olhos vagos, aspecto magro e cabelo ralo sobre a face, dão luz ao sofrimento e situação miserável de Kawazu.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 4.4/5 (12 votes cast)
Significados, 4.4 out of 5 based on 12 ratings

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>